quinta-feira, 31 de março de 2011
Água do mar de Fukushima tem radiação
fonte:<http://www.youtube.com/watch?v=91WvpaEl3MM>acesso em 31/03/11
Japão decide aposentar usina nuclear de Fukushima
Osaka (Japão), 20 mar (EFE).- O Japão irá desativar o complexo nuclear de Fukushima Daiichi devido ao acidente que afetou as instalações da usina após o terremoto seguido de tsunami do último dia 11, informou neste domingo o porta-voz do Governo japonês, Yukio Edano.
Ele afirmou em sua entrevista diária sobre a crise nuclear que, "observando a situação objetivamente, está claro" que as instalações atômicas de Fukushima não serão novamente utilizadas.
Fukushima Daiichi, no leste do Japão, cerca de 250 quilômetros ao norte de Tóquio, seria fechada logo após as autoridades terem controlado a fuga de material radioativo e a alta temperatura que desestabiliza os núcleos dos reatores.
Esta é a primeira vez que o Governo fala publicamente sobre o futuro da usina, em torno da qual se estabeleceu um perímetro de segurança mínimo de 20 quilômetros.
A central segue sofrendo problemas na maioria de seus seis reatores, mas as unidades 5 e 6 já têm acesso à eletricidade para ativar os sistemas de refrigeração e o reator 2 foi conectado neste domingo à corrente elétrica à espera que possa ser resfriado com suas bombas d'água.
Isto garante certa tranquilidade na usina de Fukushima Daiichi, mas o reator 3 preocupa os especialistas da Tepco - companhia operadora da central -, já que a pressão na parte de contenção do núcleo poderia continuar aumentando.
Por enquanto, a Tepco considera que a pressão se estabilizou e que será liberada pressão para a piscina de supressão na base do reator.
fonte:<http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/03/20/japao-decide-aposentar-usina-nuclear-de-fukushima.jhtm>acesso em 31/03/11
Ele afirmou em sua entrevista diária sobre a crise nuclear que, "observando a situação objetivamente, está claro" que as instalações atômicas de Fukushima não serão novamente utilizadas.
Entenda o acidente nuclear no Japão
Fukushima Daiichi, no leste do Japão, cerca de 250 quilômetros ao norte de Tóquio, seria fechada logo após as autoridades terem controlado a fuga de material radioativo e a alta temperatura que desestabiliza os núcleos dos reatores.
Esta é a primeira vez que o Governo fala publicamente sobre o futuro da usina, em torno da qual se estabeleceu um perímetro de segurança mínimo de 20 quilômetros.
A central segue sofrendo problemas na maioria de seus seis reatores, mas as unidades 5 e 6 já têm acesso à eletricidade para ativar os sistemas de refrigeração e o reator 2 foi conectado neste domingo à corrente elétrica à espera que possa ser resfriado com suas bombas d'água.
Isto garante certa tranquilidade na usina de Fukushima Daiichi, mas o reator 3 preocupa os especialistas da Tepco - companhia operadora da central -, já que a pressão na parte de contenção do núcleo poderia continuar aumentando.
Por enquanto, a Tepco considera que a pressão se estabilizou e que será liberada pressão para a piscina de supressão na base do reator.
fonte:<http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/03/20/japao-decide-aposentar-usina-nuclear-de-fukushima.jhtm>acesso em 31/03/11
EUA não querem maior envolvimento na guerra da Líbia
WASHINGTON - O secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, afirmou nesta quinta-feira, 31, que seu país não busca se envolver em maior profundidade nos conflitos da Líbia e disse que Washington não buscará um papel de relevância na "reconstrução" do país Estou preocupado com o nossa missão e quero evitar um comprometimento aberto e em grande escala dos americanos na Líbia. Sabemos como foi no Afeganistão, sabemos como foi no Iraque", disse o secretário de Defesa em ao Comitê de Serviços Armados do Senado americano.
Gates, que deve deixar o posto ainda neste ano, também disse que os EUA "não buscam dirigir o futuro de uma Líbia pós-Kadafi". "Acho que a última coisa que esse país precisa é coordenar a reconstrução de outra nação", afirmou. O presidente americano, Barack Obama, já disse repetidas vezes que o futuro da Líbia depende somente do povo líbio.
Apesar da cautela quanto ao envolvimento citada por Gates, os EUA lideraram os primeiros dias da incursão militar na Líbia, onde uma revolta popular tenta encerrar o regime do ditador Muamar Kadafi, que já dura 41 anos. A intervenção foi autorizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de proteger os civis líbios e criar uma zona de exclusão aérea na nação africana.
A responsabilidade pela ajuda à Líbia, disse o secretário, não necessariamente deve recair sobre os americanos. "Creio que há outros países tanto na região quanto na Europa que podem fazer esse trabalho, particularmente para auxiliar o desenvolvimento da Líbia", disse Gates. "Só acho que não precisamos nos envolver em mais um", completou.
Os EUA já empreendem missões no Afeganistão e no Iraque, onde lutaram guerras contra o terrorismo durante os últimos dez anos. Os americanos tiveram um papel decisivo nestes países em âmbito militar e civil, o que também gera críticas internas e externas a Washington.
fonte:<http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,eua-nao-querem-maior-envolvimento-na-guerra-da-libia,700043,0.htm>acesso em 31/03/11
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Gates, que deve deixar o posto ainda neste ano, também disse que os EUA "não buscam dirigir o futuro de uma Líbia pós-Kadafi". "Acho que a última coisa que esse país precisa é coordenar a reconstrução de outra nação", afirmou. O presidente americano, Barack Obama, já disse repetidas vezes que o futuro da Líbia depende somente do povo líbio.
Apesar da cautela quanto ao envolvimento citada por Gates, os EUA lideraram os primeiros dias da incursão militar na Líbia, onde uma revolta popular tenta encerrar o regime do ditador Muamar Kadafi, que já dura 41 anos. A intervenção foi autorizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de proteger os civis líbios e criar uma zona de exclusão aérea na nação africana.
A responsabilidade pela ajuda à Líbia, disse o secretário, não necessariamente deve recair sobre os americanos. "Creio que há outros países tanto na região quanto na Europa que podem fazer esse trabalho, particularmente para auxiliar o desenvolvimento da Líbia", disse Gates. "Só acho que não precisamos nos envolver em mais um", completou.
Os EUA já empreendem missões no Afeganistão e no Iraque, onde lutaram guerras contra o terrorismo durante os últimos dez anos. Os americanos tiveram um papel decisivo nestes países em âmbito militar e civil, o que também gera críticas internas e externas a Washington.
fonte:<http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,eua-nao-querem-maior-envolvimento-na-guerra-da-libia,700043,0.htm>acesso em 31/03/11
Otan assume o comando das operações militares na Líbia
A Otan anunciou ter assumido "consistentemente" nesta quinta-feira pleno comando das operações militares na Líbia e alertou os combatentes em terra para que não ataquem os civis.
A Otan concordou no domingo em assumir as operações que estavam a cargo de uma coalizão de países liderados pelos Estados Unidos, França e Grã-Bretanha. A decisão deixa a aliança integrada por 28 Estados com a responsabilidade de realizar os ataques aéreos contra a infraestrutura militar do líder líbio, Muamar Gaddafi, de policiar a zona de exclusão aérea sobre o país e o embargo de venda de armas.
"A transição foi consistente, sem fissuras", disse a repórteres o general canadense Charles Bouchard, comandante das operações da Otan na Líbia, em entrevista em Nápoles, a sede da aliança no sul europeu.
"A Otan é integralmente responsável", completou ele.
Desde que a Otan assumiu o controle, às 3h de Brasília, sua aviação realizou mais de 90 voos. A aliança tem mais de 100 jatos de combate e aviões de apoio à sua disposição, bem como dezenas de fragatas para controlar o Mediterrâneo, declarou ele.
No entanto, apesar de quase duas semanas de ataques aéreos do Ocidente, as tropas de Gaddafi foram bem-sucedidas nos últimos dias nas suas investidas para forçar o recuo dos rebeldes, que tentavam ganham espaço rumo ao oeste, partindo de seu reduto de Benghazi, no leste, rumo à capital, Trípoli.
Bouchard afirmou: "Eu gostaria de dar os últimos alertas para aqueles que estão agindo contra a população civil nos centros civis: vocês serão desaconselhados a continuar com tais atividades. Recomendo que cessem essas atividades."
A zona de exclusão aérea foi imposta por um mandado da ONU que autoriza "todas as medidas necessárias" para proteger civis de ataque das forças de Gaddafi.
Os líderes da Otan dizem que os planos da aliança preveem uma operação de 90 dias, mas o cronograma vai depender das Nações Unidas.
A Otan também disse que está levando a sério, e investigando, uma queixa do Vaticano sobre vítimas civis nos ataques aéreos do Ocidente na Líbia. Um alto funcionário do Vaticano na capital Líbia afirmou que pelo menos 40 civis foram mortos em Trípoli, citando fontes confiáveis que estão em contato próximo com moradores da cidade.
As potencies ocidentais dizem não ter evidências confirmadas de vítimas entre os civis.
fonte:<http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,otan-assume-o-comando-das-operacoes-militares-na-libia,700035,0.htm>acesso em 31/03/11
A Otan concordou no domingo em assumir as operações que estavam a cargo de uma coalizão de países liderados pelos Estados Unidos, França e Grã-Bretanha. A decisão deixa a aliança integrada por 28 Estados com a responsabilidade de realizar os ataques aéreos contra a infraestrutura militar do líder líbio, Muamar Gaddafi, de policiar a zona de exclusão aérea sobre o país e o embargo de venda de armas.
"A transição foi consistente, sem fissuras", disse a repórteres o general canadense Charles Bouchard, comandante das operações da Otan na Líbia, em entrevista em Nápoles, a sede da aliança no sul europeu.
"A Otan é integralmente responsável", completou ele.
Desde que a Otan assumiu o controle, às 3h de Brasília, sua aviação realizou mais de 90 voos. A aliança tem mais de 100 jatos de combate e aviões de apoio à sua disposição, bem como dezenas de fragatas para controlar o Mediterrâneo, declarou ele.
No entanto, apesar de quase duas semanas de ataques aéreos do Ocidente, as tropas de Gaddafi foram bem-sucedidas nos últimos dias nas suas investidas para forçar o recuo dos rebeldes, que tentavam ganham espaço rumo ao oeste, partindo de seu reduto de Benghazi, no leste, rumo à capital, Trípoli.
Bouchard afirmou: "Eu gostaria de dar os últimos alertas para aqueles que estão agindo contra a população civil nos centros civis: vocês serão desaconselhados a continuar com tais atividades. Recomendo que cessem essas atividades."
A zona de exclusão aérea foi imposta por um mandado da ONU que autoriza "todas as medidas necessárias" para proteger civis de ataque das forças de Gaddafi.
Os líderes da Otan dizem que os planos da aliança preveem uma operação de 90 dias, mas o cronograma vai depender das Nações Unidas.
A Otan também disse que está levando a sério, e investigando, uma queixa do Vaticano sobre vítimas civis nos ataques aéreos do Ocidente na Líbia. Um alto funcionário do Vaticano na capital Líbia afirmou que pelo menos 40 civis foram mortos em Trípoli, citando fontes confiáveis que estão em contato próximo com moradores da cidade.
As potencies ocidentais dizem não ter evidências confirmadas de vítimas entre os civis.
fonte:<http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,otan-assume-o-comando-das-operacoes-militares-na-libia,700035,0.htm>acesso em 31/03/11
segunda-feira, 28 de março de 2011
França e Grã-Bretanha pedem que rebeldes organizem transição na Líbia
Rebeldes líbios avançam para Sirte, cidade natal de Muamar Khadafi
Os governos da França e da Grã-Bretanha emitiram nesta segunda-feira um comunicado conjunto em que pedem a saída imediata do líder da Líbia, Muamar Khadafi, e que os rebeldes líbios deem início à transição no país.
Na nota, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, dizem que, 'nas palavras da resolução da Liga Árabe, o atual regime perdeu completamente sua legitimidade. Khadafi deve, portanto, deixar o poder imediatamente'.
'Pedimos a todos os partidários dele (de Khadafi) que parem de apoiá-lo antes que seja tarde. Pedimos a todos os líbios que acreditam que Khadafi está levando a Líbia ao desastre a tomar a iniciativa agora para organizar um processo de transição.'
Segundo Sarkozy e Cameron, a mudança na Líbia pode ser organizada pelo Conselho Nacional Interino de Transição (órgão formado pelos rebeldes, com sede na cidade de Benghazi), além de 'líderes da sociedade civil' e 'todos aqueles prontos para se juntar ao processo de transição para a democracia'.
'Nós os incentivamos a iniciar um diálogo político nacional, que levará a um processo de transição representativo, reforma constitucional e preparação para eleições livres e justas', disseram os líderes francês e britânico no comunicado.
Conferência
Desde fevereiro, rebeldes tentam por fim aos mais de 40 anos de Khadafi no poder. A retaliação do líder líbio foi violenta e levou a ONU a aprovar a criação de uma zona de exclusão aérea para proteger os civis do país.
Uma coalizão liderada pela Otan tem realizado bombardeios no país para impor o previsto na resolução. No domingo, a capital, Trípoli, foi atingida pelos bombardeios e, auxiliados pelo poderio aéreo da coalizão, os rebeldes vem conquistando várias cidades importantes que estavam sob o controle das forças de Khadafi.
Nesta terça-feira, representantes de vários países irão se reunir em Londres para uma conferência que vai discutir a situação da Líbia.
'Em Londres, nossos países vão se unir às Nações Unidas, à União Europeia, à União Africana, à Otan e à Liga Árabe para analisar como podemos fornecer ajuda urgente e dar apoio às necessidades do povo da Líbia no futuro', disseram Sarkozy e Cameron.
A declaração conjunta também deixou claro que o objetivo da coalizão não é a ocupação militar da Líbia.
'Uma solução duradoura só poderá ser a (solução) política que seja do povo líbio. Por isso o processo político que começará amanhã (terça-feira) em Londres é tão importante. A conferência de Londres vai unir a comunidade internacional no apoio ao fim da ditadura violenta na Líbia e para ajudar a criar as condições nas quais o povo da Líbia possa escolher seu futuro.'
Rússia e Catar
Também nesta segunda-feira, o ministro do Exterior da Rússia, Sergei Lavrov, disse que parte dos ataques aéreos da coalizão contra as forças do governo líbio vão além do objetivo de proteger civis e equivalem a uma interferência em uma guerra civil.
Falando em Moscou, Lavrov disse que os ataques aéreos estão dando apoio à insurgência armada, algo que, segundo ele, não foi sancionado pela ONU. O próprio regime de Khadafi sustenta isso e diz que civis vêm sendo mortos nos ataques da coalizão.
Ainda nesta segunda-feira, o governo do Catar reconheceu o Conselho Nacional Líbio, organizado pelos rebeldes, como o representante legítimo do país.
Com isso, o Catar se tornou o segundo país depois da França, e a primeira nação árabe, a dar aos rebeldes o reconhecimento oficial.
BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
fonte:<http://noticias.br.msn.com/mundo/artigo-bbc.aspx?cp-documentid=2816187>acesso em 28/03/2011
Os governos da França e da Grã-Bretanha emitiram nesta segunda-feira um comunicado conjunto em que pedem a saída imediata do líder da Líbia, Muamar Khadafi, e que os rebeldes líbios deem início à transição no país.
Na nota, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, dizem que, 'nas palavras da resolução da Liga Árabe, o atual regime perdeu completamente sua legitimidade. Khadafi deve, portanto, deixar o poder imediatamente'.
'Pedimos a todos os partidários dele (de Khadafi) que parem de apoiá-lo antes que seja tarde. Pedimos a todos os líbios que acreditam que Khadafi está levando a Líbia ao desastre a tomar a iniciativa agora para organizar um processo de transição.'
Segundo Sarkozy e Cameron, a mudança na Líbia pode ser organizada pelo Conselho Nacional Interino de Transição (órgão formado pelos rebeldes, com sede na cidade de Benghazi), além de 'líderes da sociedade civil' e 'todos aqueles prontos para se juntar ao processo de transição para a democracia'.
'Nós os incentivamos a iniciar um diálogo político nacional, que levará a um processo de transição representativo, reforma constitucional e preparação para eleições livres e justas', disseram os líderes francês e britânico no comunicado.
Conferência
Desde fevereiro, rebeldes tentam por fim aos mais de 40 anos de Khadafi no poder. A retaliação do líder líbio foi violenta e levou a ONU a aprovar a criação de uma zona de exclusão aérea para proteger os civis do país.
Uma coalizão liderada pela Otan tem realizado bombardeios no país para impor o previsto na resolução. No domingo, a capital, Trípoli, foi atingida pelos bombardeios e, auxiliados pelo poderio aéreo da coalizão, os rebeldes vem conquistando várias cidades importantes que estavam sob o controle das forças de Khadafi.
Nesta terça-feira, representantes de vários países irão se reunir em Londres para uma conferência que vai discutir a situação da Líbia.
'Em Londres, nossos países vão se unir às Nações Unidas, à União Europeia, à União Africana, à Otan e à Liga Árabe para analisar como podemos fornecer ajuda urgente e dar apoio às necessidades do povo da Líbia no futuro', disseram Sarkozy e Cameron.
A declaração conjunta também deixou claro que o objetivo da coalizão não é a ocupação militar da Líbia.
'Uma solução duradoura só poderá ser a (solução) política que seja do povo líbio. Por isso o processo político que começará amanhã (terça-feira) em Londres é tão importante. A conferência de Londres vai unir a comunidade internacional no apoio ao fim da ditadura violenta na Líbia e para ajudar a criar as condições nas quais o povo da Líbia possa escolher seu futuro.'
Rússia e Catar
Também nesta segunda-feira, o ministro do Exterior da Rússia, Sergei Lavrov, disse que parte dos ataques aéreos da coalizão contra as forças do governo líbio vão além do objetivo de proteger civis e equivalem a uma interferência em uma guerra civil.
Falando em Moscou, Lavrov disse que os ataques aéreos estão dando apoio à insurgência armada, algo que, segundo ele, não foi sancionado pela ONU. O próprio regime de Khadafi sustenta isso e diz que civis vêm sendo mortos nos ataques da coalizão.
Ainda nesta segunda-feira, o governo do Catar reconheceu o Conselho Nacional Líbio, organizado pelos rebeldes, como o representante legítimo do país.
Com isso, o Catar se tornou o segundo país depois da França, e a primeira nação árabe, a dar aos rebeldes o reconhecimento oficial.
BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
fonte:<http://noticias.br.msn.com/mundo/artigo-bbc.aspx?cp-documentid=2816187>acesso em 28/03/2011
Japão detecta plutônio em área de usina no Japão
TÓQUIO (Reuters) - Testes detectaram a presença de plutônio no solo em vários pontos do complexo nuclear de Fukushima Daiichi, atingido pelo terremoto e tsunami, mas não representa um risco à saúde, informou o operador Tokyo Electric Power Co (TEPCO) nesta segunda-feira.
O vice-presidente da TEPCO, Sakae Muto, disse a jornalistas que resultados de testes mostraram que o plutônio foi detectado em amostras retiradas há uma semana do local.
Essa foi a última notícia negativa sobre a usina, em relação à qual crescem as evidências de radiação. Engenheiros travam uma batalha para controlar os reatores danificados pelo terremoto e tsunami no dia 11 de março.
(Reportagem de Yoko Nishikawa)
fonte:<http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=28162273>acesso em 28/03/2011
O vice-presidente da TEPCO, Sakae Muto, disse a jornalistas que resultados de testes mostraram que o plutônio foi detectado em amostras retiradas há uma semana do local.
Essa foi a última notícia negativa sobre a usina, em relação à qual crescem as evidências de radiação. Engenheiros travam uma batalha para controlar os reatores danificados pelo terremoto e tsunami no dia 11 de março.
(Reportagem de Yoko Nishikawa)
fonte:<http://noticias.br.msn.com/artigo.aspx?cp-documentid=28162273>acesso em 28/03/2011
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